Rádio 107 reforça a importância de reconhecer alterações nas mamas e buscar orientação quando necessário.
Cuidar da saúde também começa pela atenção ao próprio corpo. Durante o “Outubro Rosa”, a Rádio 107,5 FM reforça a importância de as mulheres conhecerem suas mamas, perceberem possíveis mudanças e saberem quando procurar avaliação profissional.
As mamas podem apresentar diferenças de tamanho, formato e aparência ao longo da vida. Por isso, conhecer o que é habitual para o próprio corpo ajuda a identificar alterações que merecem atenção.
Entre os sinais que devem ser avaliados estão o aparecimento de um caroço endurecido, alterações na pele, como retrações ou aspecto semelhante à casca de laranja, mudanças no formato do mamilo, saída espontânea de líquido por um dos mamilos e aumento progressivo da mama. Pequenos caroços nas axilas ou na região do pescoço também podem merecer investigação.
Essas alterações não significam necessariamente câncer. Existem condições benignas que podem provocar mudanças nas mamas. Por isso, a avaliação profissional é importante para identificar a causa e orientar os próximos passos.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), não é necessário realizar uma técnica específica de autoexame ou reservar um dia do mês para examinar as mamas. A orientação é observar o próprio corpo naturalmente, durante atividades cotidianas, como tomar banho ou trocar de roupa, e perceber mudanças que não eram habituais.
Essa atenção, no entanto, não substitui os exames de rastreamento recomendados para determinados grupos. Mesmo sem sintomas, algumas mulheres têm indicação de mamografia de rastreamento. Já diante de uma alteração suspeita, é importante procurar atendimento sem esperar pelo próximo exame de rotina.
Embora seja muito mais frequente entre mulheres, o câncer de mama também pode atingir homens. Alterações suspeitas nas mamas merecem atenção independentemente do sexo.
Neste “Outubro Rosa”, a Rádio 107 convida você a buscar informação confiável, manter o acompanhamento de saúde e não ignorar mudanças persistentes.
Conhecer o próprio corpo também é cuidado. Informe-se e cuide de você.
Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA) e Ministério da Saúde.

